Pinheiro

Pinus sylvestris




 
Nome Botânico:
Pinus sylvestris.

Outros Nomes:
Pinho, Pinus.

Familia Botânica:
Pinaceae.
(Cedro, Abetos).

Nome em inglês:
Pine.

Tipo de Planta:
Árvore de grande porte, com folhas em agulhas e pinhas.

Óleo Extraído de:
Galhos e folhas.

Aparência do óleo:
Transparente/fluído.
 
Aroma:
Fresco, herbal e amadeirado.
 
Origem:
Ásia, Europa e América do Norte.

Principais constituintes:
Borneol (álcool), acetato bornílico, acetato terpinílico (ésteres), cadineno (sesquiterpeno), canfeno, dipenteno, felandreno, pineno e silvestreno (terpenos).

Propriedades:
Anti-inflamatório, anti-séptico, balsâmico, descongestionante, desodorizante, diurético, desinfetante, expectorante, fortificante, sudorífero, etimulante e tônico.

Principal Utilização:

Sistema Respiratório:
Trata gripe, tosses, bronquite, asma, sinusite, rinites alérgicas, resfriados, congestão peitoral e nasal, garganta inflamada, infecções pulmonares e praticamente qualquer outro problema relacionado com o sistema respiratório. O Pinho (pinheiro), assim como os abetos e eucaliptos, são os mais poderosos óleos para proteger e tratar nossos pulmões e vias respiratórias.

Sistema Muscular e Circulatório:
Estimula a circulação e alivia reumatismo, artrite, dores musculares, fadiga e cansaço muscular, gota, dor ciática e rigidez. Na forma de massagem ou compressa em casos mais agudos. Do Pinho também é extraída a Essência de Terebentina ou Terebinto, que é componente das pomadas analgésicas , como o Gelol.
Eleva a pressão arterial.

Outras Utilizações:

Tratamento de Pele:
É útil para pele congestionada e em casos de eczema, psoríase e dermatites. Tem ação tônica, cicatrizante e suavizante para inflamações, ferimentos e problemas de pele.
 
Sistema Geniturinário:
Tem ação diurética e antisséptica para o trato urinário, sendo bom contra infecções como a cistite.
É benéfico também para os rins e vesícula biliar, eliminando cálculos renais. Sendo inclusive usado internamente sob supervisão médica.
 
Regulador Hormonal:
Possui um bom efeito estimulante para as glândulas supra-renais, responsáveis por liberações hormonais no corpo, ajudando a controlar o cansaço e a fadiga física.

Psicologicamente:
Estimulante do humor, eleva o ânimo e trata letargia, fadiga e desânimo.
Alivia o cansaço mental.

Combinações:
Cedro, Sândalo, Eucalipto, Tea Tree, Alecrim, Cipreste, Lavanda, Cravo, Citronela, Limão.

Curiosidade:
O Pinho era conhecido para as civilizações antigas do Egito, da Grécia e da Arábia. Embora exista alguma associação a cerimônias religiosas, o pinho era especialmente útil no tratamento de infecções pulmonares, como bronquite, tuberculose e pneumonia. As inalações foram o primeiro método de utilização. Na verdade, acredita-se que as pessoas em tratamento devam ir para áreas com muitos pinheiros, pois o clima dessas regiões é excelente para os pulmões. Os índios norte-americanos, entretanto, consideravam-no muito benéfico para os casos de escorbuto. Muito usado também na indústria da perfumaria e produtos de higiene e limpeza ambiental.

Cuidados:
Não usar durante a Gravidez. Evitar em casos de pressão arterial alta.
Usar bem diluído, possui um aroma forte e pode causa dor de cabeça para algumas pessoas se usado em demasia.







 


As espécies de pinheiros (pinus) são as
mais usadas na milenar arte do Bonsai
 
O pinheiro é uma árvore que sempre foi sagrada para muitos povos antigos, como os gregos, egípcios, romanos, etc. Mas talvez no oriente seja onde ele é mais admirado.
No Japão e China ele é inserido em várias simbologias e crenças. Representa para ambos os povos a imortalidade, provavelmente porque seu lenho é resistente e suas folhas sempre verdes. No Japão a madeira é usada para a construção de templos e as árvores cultivadas para adoração espiritual.
Sem falar nos usos terapêuticos de seu óleo, que trata desde dores reumáticas e musculares até todos os problemas do sistema respiratório.










 






PINHEIRO
(Pinus sylvestris)

 

















 





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